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dc.contributor.authorJorge Urbina, Julio
dc.date.accessioned2020-04-23T17:06:36Z
dc.date.available2020-04-23T17:06:36Z
dc.date.issued2015
dc.identifier.citationUrbina, Julio Jorge (2015). Actores no estatales y externalización de las funciones militares en los conflictos armados: los contratistas privados ante el derecho internacional humanitario. Anuario Colombiano de Derecho Internacional, 8, 41-85
dc.identifier.issn2027-1131
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10347/21685
dc.description.abstractLa proliferación de actores no estatales en los conflictos armados contemporáneos constituye un desafío para la aplicación del derecho internacional humanitario. Entre estos actores, los contratistas privados han adquirido un especial protagonismo por las tareas que llevan a cabo y por el personal desplegado en zonas de conflicto, hasta el punto de que su presencia se ha hecho prácticamente indispensable. Pero este protagonismo está planteando, entre otros problemas, la necesidad de definir el régimen jurídico al que están sometidas estas empresas y su personal, para acabar así con la incertidumbre jurídica que rodea sus actividades. Esta situación ha dado lugar en la práctica a que se hayan beneficiado de una impunidad de facto a causa de las dificultades que surgen para su persecución en los casos de crímenes cometidos durante la prestación de sus servicios. Por ello, se debe insistir en que no existe ningún vacío legal en torno a estas empresas, aunque por el momento no existan normas específicas que regulen sus actividades. En efecto, el derecho internacional humanitario proporciona el marco jurídico adecuado para reglamentar las tareas que llevan a cabo estas empresas en los conflictos armados. Aunque el ius in bello no regula específicamente las compañías militares y de seguridad privadas, ni el estatuto de su personal, contiene reglas y principios que delimitan los derechos y obligaciones de sus empleados, especialmente cuando presten servicios armados, y definen el alcance su responsabilidad. Por eso, estas empresas deben adoptar medidas para asegurar el respeto de estas normas, pues, en caso contrario, incurrirán en responsabilidad, que se extiende a los gestores, directivos y administradores.
dc.description.abstractThe proliferation of non-state actors in contemporary armed conflicts is a challenge for the implementation of international humanitarian law. Among these actors, private contractors have taken on a special role for the tasks performed and the personnel deployed in conflict areas, to the extent that their presence has become almost indispensable. But this prominence is posing, among other problems, the need to define the legal regime to which they subject these companies and their personnel in order to end the legal uncertainty surrounding their activities. This situation has led in practice to have benefited from de facto impunity because of the difficulties for prosecution in cases of crimes committed during the provision of their services. Therefore, we must insist that there is no legal vacuum around these companies although at present there are no specific rules governing its activities. Indeed, international humanitarian law provides the appropriate legal framework to regulate the tasks carried out by these companies in armed conflicts. Although ius in bello not specifically regulate private military and security companies, nor the status of their personnel, contains rules and principles that define the rights and obligations of their employees, especially when providing armed services, and define the scope of their responsibility. Therefore, these companies must take steps to ensure compliance with these rules, because otherwise incur responsibility that extends to managers, directors and administrators.
dc.description.abstractA proliferação de atores não estatais nos conflitos armados contemporâneos constitui um desafio para a aplicação do Direito Internacional Humanitário. Entre estes atores, os empreitados privados têm adquirido um especial protagonismo pelas tarefas que levam a cabo e pelo pessoal dispersado em zonas de conflitos, até o ponto que sua presença se tem feito praticamente indispensável. Mas este protagonismo está exposto, entre outros problemas, a necessidade de definir o regime jurídico ao que estão submetidas estas empresas e seu pessoal para acabar assim com a incerteza jurídica que rodea suas atividades. Esta situação tem ocasionado na prática a que se tenham beneficiado de uma impunidade de facto a causa das dificuldades que surgem para sua persecução nos casos de crimes cometidos durante a apresentação de seus serviços. Por isso, deve-se insistir em que não existe nenhum vazio legal em torno a estas empresas, ainda que pelo momento não existam normas específicas que regulem suas atividades. Em efeito, o Direito Internacional Humanitário proporciona o marco jurídico adequado para regulamentar as tarefas que levam a cabo estas empresas nos conflitos armados. Ainda que o ius in bello não regula especificamente as companhias militares e segurança privada, nem o estatuto de seu pessoal, contém regras e princípios que delimitam os direitos e obrigações de seus empregados, especialmente quando prestem serviços armados, e definem o alcance de sua responsabilidade. Por isso, estas empresas devem adotar medidas para assegurar o respeito destas normas, pois no caso contrário incorrerão em responsabilidade, que se estende aos gestores, diretivos e administradores.
dc.language.isospa
dc.publisherUniversidad del Rosario
dc.rights© 2015 El Autor. Esta obra se distribuye bajo una licencia de uso y distribución Creative Commons Reconocimiento-NoComercial 4.0 Internacional
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
dc.subjectDerecho internacional humanitario
dc.subjectActores no estales
dc.subjectContratistas privados
dc.subjectCláusula Martens
dc.subjectResponsabilidad del superior jerárquico
dc.subjectInternational humanitarian law
dc.subjectNon-state actors
dc.subjectPrivate contractors
dc.subjectMartens clause
dc.subjectCommand responsibility
dc.subjectDireito internacional humanitário
dc.subjectAtores não estatais
dc.subjectEmpreitados privados
dc.subjectResponsabilidade do superior hierárquico
dc.titleActores no estatales y externalización de las funciones militares en los conflictos armados: los contratistas privados ante el derecho internacional humanitario
dc.title.alternativeNon-state Actors and Outsourcing of Military Functions in Armed Conflict: Private Contractors under International Humanitarian Law
dc.title.alternativeAtores não estatais e terceirização das funções militares nos conflitos armados: os empreitados privados ante o Direito Internacional Humanitário
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.identifier.DOI10.12804/acdi8.1.2015.02
dc.relation.publisherversionhttps://doi.org/10.12804/acdi8.1.2015.02
dc.type.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.identifier.e-issn2145-4493
dc.rights.accessrightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess
dc.contributor.affiliationUniversidade de Santiago de Compostela. Departamento de Dereito Público e Teoría do Estado
dc.description.peerreviewedSI


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Name: 2015_acdi_jorge_jorge_actores.pdf
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© 2015 El Autor. Esta obra se distribuye bajo una licencia de uso y distribución Creative Commons Reconocimiento-NoComercial 4.0 Internacional
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